O processo virou planilha
Três pessoas mantendo a mesma planilha, cada uma com a sua versão. Funciona — até o dia em que alguém fecha o mês com o número errado.
Sistemas de gestão, integrações e automação de processos. Vários dos nossos estão no ar há mais de uma década.
Três pessoas mantendo a mesma planilha, cada uma com a sua versão. Funciona — até o dia em que alguém fecha o mês com o número errado.
Sistema de prateleira dá conta do genérico. Justamente o que faz você ganhar do concorrente é o que ele não faz.
Alguém digita todo dia, à mão, o que já está digitado do outro lado. É trabalho pago duas vezes, e com erro no meio.
Ninguém sabe mexer, ninguém dá suporte, e trocar parece caro demais para começar. Esse é o caso que mais nos chega.
O sistema desenhado em cima do seu processo, não do processo médio do seu setor.
ERP, e-commerce, banco, fiscal e marketplace conversando sem ninguém redigitando nada.
O que hoje é uma rotina manual de horas passa a acontecer sozinho, e no horário.
Seu cliente consulta, pede e acompanha sozinho — e a sua equipe para de ser o balcão.
Frente de caixa, estoque, compras e financeiro no mesmo lugar — com o preço certo na etiqueta, no cupom e no relatório do fim do mês.
Ordem de produção, apontamento no chão de fábrica e custo real por lote — o que saiu do estoque, quem apontou e quanto a peça custou de verdade.
Ordem de serviço, agenda de equipe e contrato recorrente — do primeiro chamado até a nota emitida, sem planilha no meio do caminho.
Ilustrações de interface. Os números são fictícios.
Antes de orçar, entendemos o processo como ele é hoje — inclusive as gambiarras que já funcionam e devem ser mantidas.
Você recebe por escrito o que será entregue, em quanto tempo e por quanto. O que ficar fora do escopo é dito antes, não na fatura.
Você vê parte do sistema funcionando desde as primeiras semanas, e corrige o rumo enquanto ainda é barato corrigir.
O sistema entra no ar e continua sendo nosso. É por isso que existem sistemas da Conecta rodando há mais de dez anos.
A Conecta começou em 2003 e desde então entregou centenas de sistemas para empresas de varejo, indústria e serviços. Boa parte continua no ar, sendo aberta todo dia de manhã por alguém que depende dela para trabalhar.
Hoje quem conduz os projetos é [SEU NOME COMPLETO], desenvolvedor backend. Na prática isso quer dizer que a pessoa com quem você conversa na primeira reunião é a mesma que escreve o código — e a mesma que vai atender o telefone daqui a três anos.
Se não for um caso para software sob medida, eu digo isso também — e indico o caminho mais barato.